20 de ago de 2015

A IGUALDADE DE AUTORIDADE x MOTOCICLISTAS




O país passa por uma grave crise e a CET está à reboque da prefeitura, que por situações de gestão equivocada ou gestão partidária, ambas duramente criticadas por analistas econômicos, está impondo aos empregados restrições e exigências de tirar o fôlego.
Justificando a falta de verbas a direção tirou mais uma pérola, “somente um número controlado de empregados, que passaram por cursos exigidos pela empresa e devidamente aprovados poderão utilizar as motocicletas”, portanto receber por força de lei a periculosidade.
Mas o que era ruim ficou pior, as gerencias adotaram critérios diversos para atendimento a solicitação da gestão, algumas utilizaram a indicação via dedo indicador, segundo informações que preservamos, até a indicação de quem notifica mais infrações e por aí a fora.
A igualdade formal ou substancial consiste em critérios de oportunidade a todos reduzindo diferenças, mas nos parece que a simplicidade em chamar os empregados e explicar ou divulgar os critérios de escolha justa não está na cartilha gerencial.
A SET deveria divulgar as regras antecipadamente cabendo as gerencias praticá-las, mas o que vemos é um amontoado de regras equivocadas levando a injustiças e prejuízos aos que sempre vestiram a camisa da empresa.

A Diretoria de Representação tomou ciência via empregados e vamos lutar para que a igualdade prevaleça.