2 de abr de 2015

PAMO


Ao longo dos anos o PAMO vem aumentando os gastos, há 15 anos tínhamos um gasto na casa de 1 milhão por mês, em 2014 chegamos a bater a casa de 5 milhões. Isto se dá por alguns motivos, um deles está no envelhecimento dos funcionários da CET, que hoje temos uma média de idade de 47 anos. O aumento dos custos da saúde no Brasil, é outro fado; a falta de investimento no PAMO ao longo dos anos tanto em recursos humanos como em equipamentos, fazendo com que a CET deixasse até de cumprir algumas exigências da ANS desde 2011. Preocupada com a situação deixada à mercê das gestões há anos fez com que a DR apenas com 3 dias na gestão elaborasse uma CI pedindo uma comissão para estudar a situação do PAMO, onde se quer foi dada a resposta para a DR, mas não recuamos. Iniciamos um estudo com os DRs das co-irmãs para achar uma solução definitiva sobre o assunto. Ffizemos inclusive reunião com o presidente da SABESPREV, para conhecer os moldes de sua Fundação. A solução que a CET achou foi a licitação de uma empresa para que pudesse administrar o PAMO, com a promessa de economia. Esta licitação foi suspensa com uma liminar impetrada pelo sindicato, que no nosso ACT 2014, no Tribunal, a empresa apresentou diversos argumentos sobre a questão onde não teria mais condições de administrar o PAMO devido aos altos custos e exigências da ANS, que não estavam sendo cumpridas. Ficou acordado então entre empresa, Sindviários, Sindicato dos Engenheiros e Desembargadora a retirada da liminar e a empresa que ganhou a licitação, no caso, a Haptech passou a administrar o PAMO, como também ficou acordado que não haveria perda de qualidade e nem prejuízo ao atendimento.