29 de jan de 2015

... Mas afinal, do que a cidade precisa?

A GCM existe para a segurança dos parques e de todos os equipamentos públicos do município. Para a segurança nos abrigos que acolhem mulheres vítimas de violência doméstica, escolas, postos de saúde, hospitais, bibliotecas...alguns mais necessitados da presença da Guarda, do que outros.
O trânsito necessita da GCM?
Há quase 40 anos, a cidade conta com o pioneirismo da CET e o acúmulo de experiências de um corpo técnico especializado no atendimento das demandas de trânsito. Sabemos que a CET e GCM sofrem com a falta de investimentos em recursos humanos.
Mas cidade não precisa da GCM no trânsito. Há locais que não podem ficar sem a GCM.
Sem entrarmos em discussões mais polêmicas acerca da legalidade, da competência de cada órgão...aguardaremos inúmeros mandados de segurança impetrados por munícipes que, como nós, entenderão nulas de pleno direito as autuações aplicadas pela GCM? Ficaremos vulneráveis às ações do Ministério Público? Ou alguma atitude mais lúcida será tomada a tempo?
Não pouparemos esforços em defesa do que a cidade mais precisa da GCM e em defesa das atribuições da CET necessárias para a mobilidade.

GCM abandona os parques da cidade
        A Guarda,  com seu efetivo de 6,5 mil profissionais, não consegue atender as necessidades dos parques da cidade. Todos têm vigilantes de segurança privada, que ajudam na preservação do patrimônio, mas não têm poder de polícia.

Frequentadores dos parques Anhanguera (Zona Norte), Ibirapuera (Zona Sul), Jardim da Luz (Centro), do Carmo (Zona Leste) e do Povo (Zona Oeste) não se sentem seguros ao caminhar e fazer outras atividades. A presença de usuários  de drogas e o histórico de furtos e roubos  deixam os cidadãos com medo.