11 de abr de 2014

Rádio Peão

Algumas chefias são resistentes ao BTE, não permitindo as trocas, impedindo a movimentação dos empregados, por capricho. Essa conduta prejudica a empresa, é pessoal, contradizendo o profissionalismo e as regras do direito à mobilidade funcional.

Lembramos aos retrógrados que administram a empresa com essa visão de “donos do empregado”, que isso é uma forma de assédio moral, portanto, precisam se corrigir.